quinta-feira, 2 de junho de 2011

Glasgow 15 - 1° semestre 2011

Caros,

É com muita alegria que dividimos mais uma edição online do nosso jornal Glasgow 15. A versão impressa pode ser encontrada no campus saúde, mais uma vez com muito esforço o nosso DAFB conseguiu sustentar sozinho este projeto, e foi impressa uma tirafem de 1000 exemplares. Grata novamente pela ajuda de todos. Em breve a resposta da cruzadinha e revista com Eymard Vasconcelos na íntegra.

Mayara Floss - Redação


Clique na imagem para ter acesso a versão online.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Abraço ao HU - Campanha contra a MP 520



Mais informações em http://leilaodohu.wordpress.com/

Ao apagar das luzes do ano de 2010, no dia 31 de dezembro, o presidente Lula assinou a Medida Provisória 520 (MP520), que autoriza a criação da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares S.A. - EBSERH. Trata-se de uma empresa estatal, de regime jurídico privado, que tem como função principal a administração de todos os HUs do país (retirando essa responsabilidade das Universidades), além da prestação de serviços médico-hospitalares, e de apoio ao ensino e à pesquisa aos hospitais de ensino.

A MP520, que deve ser votada no Congresso ainda esta semana, veio para tentar resolver a situação ilegal de contratação de trabalhadores terceirizados nos HUs, que hoje somam mais de 26 mil em todo o país, denunciada pelo Tribunal de Contas da União desde 2006, com prazo final de resolução até 2010. No entanto, ela não só não resolve os sérios problemas de recursos humanos e financiamento dos HUs, como agrava ainda mais a precarização do ensino e do serviço nos hospitais universitários.

Veja quais serão as consequências da da EBSERH para o ensino e o serviço no HU da UFSC:

• O texto da MP abre brecha para a prática da "dupla porta" nos HUs, com a entrada dos planos privados, já que em nenhum momento fala em exclusividade na prestação de serviços gratuitos. Além disso, a medida foi inspirada nos "bons resultados" do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, onde pacientes dos planos "furam" a fila de espera e recebem atendimento diferenciado (acomodação, alimentação, acesso a visitas) e já respondem por até 30% de todos os atendimentos. Os estudantes da UFRGS também não possuem acesso aos andares e leitos dos pacientes privados. Até quando o nosso HU será 100% SUS?

• O serviço no HU passará a funcionar na lógica de metas e produtividade de uma empresa privada e deixará de ser oferecido de acordo com as necessidades de saúde da população. Mas o que é produtivo num hospital? A doença? Como isso refletirá no ensino? A saúde pode funcionar na lógica do privado?

• O HU deixa de ser um órgão suplementar da universidade e essa relação passa a ser intermediada pela EBSERH, quebrando o princípio da autonomia universitária, e a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Está previsto que a empresa poderá ser financiada por outras empresas privadas: para quem e com qual finalidade o HU passará a fazer pesquisa?

• Os trabalhadores do HU, agora submetidos ao regime de metas, deixam de ser funcionários públicos da Universidade e passam a ser contratados via CLT (regime das empresas privadas), estando ligados apenas à empresa, com garantias trabalhistas reduzidas e com possibilidade de contratos temporários. Até que ponto isso não influenciará negativamente o serviço e o ensino do HU?

ABRAÇO AO HU! - Ato contra a MP520!
Dia 1 de junho de 2011 ao 12:00 horas em frente dos ambulatórios na UFSC.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Sugestões/Reclamações sobre HU da FURG


Estamos começando a recolher sugestões e/ou reclamações sobre o HU da FURG. Com o intuito de verificar melhorias e construir um Hospital Universitário melhor. Pedimos para que deixem o comentário abaixo ou enviem um e-mail para o dafb: dafbfurg@gmail.com . Ainda pode-se colocar as sugestões/reclamações em uma caixa que estará disponível no DAFB para coleta dessas informações.

Contamos com a ajuda de vocês para fazer um hospital melhor!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Começou hoje o CEGEM

Começou hoje o Congresso Gaúcho de Educação Médica, sediado na cidade de Rio Grande. Hoje, no final da tarde aconteceu uma reunião entre os diretórios acadêmicos para a discussão sobre a formação médica e a realização de um possível exame de progresso para instituir um meio de avaliação na universidade.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Nota de esclarecimento

Nós, dos Diretórios Acadêmicos dos cursos de Direito, Engenharia Química e Medicina da Universidade Federal do Rio Grande – FURG, devido à repercussão do artigo publicado no Jornal Agora “Luto por respeito” do dia 12/05/2011, vimos esclarecer os motivos e objetivos que impulsionaram a nossa manifestação, que são:

- Pedido formal e público de retratação do Reitor.
- Adequação de conduta do mesmo
- Informar a população em geral sobre os fatos que nos indignam acontecidos dentro da Academia.

Gostaríamos, ainda, de reiterar que compomos Diretórios Acadêmicos livres e independentes de movimentos partidários. Prezamos unicamente pelo desenvolvimento da Universidade, fortalecendo a boa relação entre todos que a compõe.

Os motivos que fizeram necessária nossa manifestação em busca do respeito mutuo entre todos que integram a comunidade acadêmica se deram pela ocorrência de acontecimentos como os expostos a seguir:

Sentimo-nos ofendidos com as declarações proferidas pelo Reitor na aula inaugural das engenharias do dia 25/03/2011. Na oportunidade, ele refere-se aos acadêmicos das engenharias como irresponsáveis quanto às suas formações, além de, metaforicamente, cogitar vender um bem público que é a nossa Universidade.

Na semana de acolhida aos calouros do curso de Medicina, o Reitor afirmou ver na plateia semblantes que não lhe inspiravam confiança e que estes provavelmente não seriam bons médicos.

No Prêmio da Acolhida Cidadã, mais uma vez proferiu palavras que nos deixam perplexos, questionando o caráter e afirmando a insanidade de acadêmicos da universidade.

E ainda, em seu artigo “Acolhida cidadã versus trote na FURG”, disponível no site da Universidade, desrespeita alunos, suas famílias e a comunidade riograndina como um todo.

Salientamos, por fim, que em nenhum momento de nosso artigo nos referimos aos trotes, e estes, em momento algum, foram fator motivacional para nossa manifestação.

Os fatos discorridos acima não explicam integralmente os acontecimentos uma vez que a comunidade acadêmica não tem acesso às gravações dos eventos, portanto não temos como citar literalmente as palavras do reitor. Esperamos que este esclarecimento sirva como incentivo para que a comunidade acadêmica motive-se, questione e procure melhores explanações acerca dos assuntos. Informamos também que estamos abertos para discussão ou criticas sobre qualquer ponto ou posicionamento exposto pelos diretórios através dos e-mails: darbfurg@hotmail.com, dafbfurg@gmail.com, daeq2011@yahoogroups.com.br