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terça-feira, 19 de agosto de 2014

Moção de apoio à greve dos estudantes de medicina da UNEMAT

O Diretório Acadêmico Francisco Martins Bastos, por entender que os estudantes - trabalhadores da saúde em formação - são essenciais no processo de construção de uma saúde de qualidade e, por conseguinte, de uma universidade de qualidade, apoia a Greve Discente da Faculdade de Medicina da UNEMAT.

Reconhecemos suas reivindicações como justas e fundamentais, uma vez que a mobilização se dá em um cenário em que a infraestrutura do curso permanece incompleta desde sua inauguração, em 2012. A falta de recursos básicos como sala de aula, laboratórios e professores compromete o ensino médico e acaba por repercutir negativamente na saúde pública.

O apoio visa fortalecer a luta, visto que as promessas de regularização não têm se cumprido. O governador do estado, mesmo após 5 dias de greve e protestos cobertos pela imprensa, relatou desconhecer o fato em reunião realizada recentemente com os estudantes.

O apelo da UNEMAT surge em consonância a mobilizações por todo o Brasil que percebem acentuar cada dia mais a precarização da saúde. Educação e saúde de qualidade exigem investimentos e não podem ser negligenciados. É nosso papel nos organizarmos e garantirmos a saúde e educação a que temos direito.

Força aos estudantes do Mato Grosso!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Moção de apoio à Greve dos Professores da FURG,

Neste 23 de maio de 2012,  após Assembleia Geral dos Estudantes de Medicina realizada no dia 22 de maio de 2012 foi decido pelos Estudantes  o apoio a Greve dos Professores da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) iniciada no dia 17 de maio de 2012, incluída no cenário nacional da greve dos docentes das Instituições Federais de Ensino Superior que foi deflagrada principalmente pela Reestruturação da Carreira e pela melhoria das condições de trabalho nas Instituições Federais.

O Diretório Acadêmico de Medicina Francisco Martins Bastos (DAFB) apoia os Docentes pela justiça das reivindicações e reconhece a magnitude do movimento no cenário nacional. Dessa forma, compreendemos que o nosso apoio estudantil fortalece o Movimento dos Professores de modo que a construção do ensino deve ser elaborada em conjunto visto o interesse comum dos participantes.

O DAFB entende que para a expansão de uma universidade é necessária qualidade e, nesse sentido, evidenciamos a precarização do ensino superior, afinal muitas das reivindicações, inserem-se em um contexto muito maior de desatenção e negligência. Acreditamos também que a melhora na Educação refletirá em melhora da qualidade da Saúde, necessidade latente da cidade de Rio Grande e do nosso país. 
DAFB,
Rio Grande, 23 de maio de 2012

sábado, 14 de abril de 2012

Moção de apoio à Greve Geral dos acadêmicos de medicina da UFRJ-Macaé,

Neste 14 de abril de 2012, após também manifestações há cerca de duas semanas dos alunos de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro- Macaé, lutando por condições melhores de ensino devido a falta de infraestrutura e corpo docente para os acadêmicos – viemos a partir desta realizar nossa moção em apoio à Greve Geral dos acadêmicos da UFRJ-Macaé. O Diretório Acadêmico Francisco Martins Bastos (DAFB) da FURG também se solidariza com os estudantes que realizam a greve.

O DAFB apoia um ensino de qualidade pautado nas Diretrizes Curriculares, porém com estrutura tanto de corpo docente quanto infraestrura. O DAFB repudia a falta de professores, falta de assistência estudantil, infra-estrutura insuficiente e precarização do trabalho tanto de docentes, técnicos e estudantes e demais reivindicações. O DAFB entende que para a expansão de uma universidade é necessária qualidade e, nesse sentido, evidenciamos a precarização do ensino superior, afinal muitas das reivindicações, inserem-se em um contexto muito maior de desatenção e negligência.


Claudir Antonio da Silva Júnior
Presidente do DAFB
Rio Grande, 14 de abril de 2012.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

MOÇÃO DE APOIO Nº 008, DE 09 DE JUNHO DE 2011


O Plenário do Conselho Nacional de Saúde, em sua Ducentésima Vigésima Segunda Reunião Ordinária, realizada nos dias 8 e 9 de junho de 2011, no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, pela Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990 e pelo Decreto nº 5.839, de 11 de julho de 2006, e

considerando a Reforma Administrativa, ocorrida nos anos 90, que prometia modernizar o Estado brasileiro, não dialogou com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde Universal quando, promovendo diferenciações entre o serviço burocrático e a prestação de serviços assumiu o primeiro bloco como função do Estado e incentivou que os demais passassem à responsabilidade da própria sociedade. Diante dessa possibilidade jurídica foi aprovada a lei que criou as Organizações Sociais.
considerando que esse projeto atingiu diretamente o SUS em princípios basilares como o do concurso público, da impessoalidade, da moralidade e da transparência, bem como dos artigos 17 e 18 da lei 8.080/90 que tratam das competências dos entes federados, no Sistema Único de Saúde.
considerando as Organizações Sociais têm reforçado e ampliado a ação patrimonialista e clientelista enfraquecendo o Estado brasileiro da Constituição Federal de 1988. Como conseqüência, o alto custo decorrente dessa ação, à princípio denominada de modernizante, atua como um instrumento político e ideológico comprometendo drasticamente o financiamento da rede eminentemente pública criando distorções na remuneração de pessoal, precarizando as relações de trabalho bem como desconstruindo e inviabilizando quase que por completo, a possibilidade de atuação sinérgica e produtiva da equipe multiprofissional em saúde.
considerando que a contratação de profissionais sem amparo legal e técnico, tem comprometido a qualidade do serviço prestado à população usuária do SUS. Os fatos observados e as informações da mídia apontam a terceirização da gestão do SUS como um dos mais importantes fatores de desvios e corrupção no sistema.
considerando que a solução dos graves problemas de gestão do SUS, passa pela regulamentação do art. 37 da CF, propiciando autonomia administrativa e orçamentária dos serviços, bem como a profissionalização da gestão com os seus próprios quadros devidamente qualificados.

O Conselho Nacional de Saúde vem a publico, e particularmente junto aos Ministros do Supremo Tribunal Federal, manifestar seu mais absoluto e irrestrito apoio a ADI 1.923 que contesta a legalidade das organizações sociais como gestores dos serviços públicos de saúde.


Plenário do Conselho Nacional de Saúde, em sua Ducentésima Vigésima Segunda Reunião Ordinária.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Moção de apoio à ocupação da UFCSPA e repudio à reitoria da UFCSPA

Neste 8 de setembro de 2010, após o retorno da maioria dos estudantes de medicina da Universidade Federal de Rio Grande (FURG) que estavam presentes no Encontro Regional dos Estudantes de Medicina (EREM) e participaram da manifestação realizada na Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) para reivindicar, principalmente, a volta do espaço de organização do Centro Acadêmico XXII de março – viemos a partir desta realizar nossa moção em apoio à ocupação da reitoria da UFCSPA. O Diretório Acadêmico Francisco Martins Bastos (DAFB) da FURG também se solidariza com os estudantes que ocupam a reitoria, inclusive um de nossos colegas.
O DAFB entende que o ato da retirada arbitraria da ocupação do espaço de organização dos estudantes de medicina da UFCSPA atinge o seu direito a livre organização e é fato que indigna e deve ser repudiado por todos.





Pedro Goulart Berro –Presidente do DAFB
Rio Grande, 8 de setembro de 2010.